"Faça poucas coisas, mas as faça bem!" (São Francisco de Assis)
domingo, 6 de julho de 2014
Parábolas dos talentos
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Por que Jesus fazia milagres?
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Os Anjos Celestes

quinta-feira, 19 de junho de 2014
Sagrado Coração de Jesus
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Dízimo
Experimentar Deus: Leitura - Malaquias 3, 8-11
Estar em dia com Deus: Leitura - Êxodo 22, 28-29
Leitura - 2 Coríntios 9, 6-7
sábado, 14 de julho de 2012
Revigorados pelo amor

Nenhuma palavra é capaz de expressar quem é Deus, mas existem as apropriadas como, vida e amor. Onde existe vida, aí está Deus; onde existe amor, existe vida e aí também está Deus. A morte só é admitida enquanto passagem para uma vida maior, para um amor mais pleno.
A vida é sempre novidade, como o amor. Ambos jamais cessam de renovar o nosso vigor. Fomos feitos pelo amor, nascemos da vida: nossa meta é, portanto, o amor e a vida.
Em nossa existência, contudo, o amor e a vida estão constantemente ameaçados pelos enganos da morte e do ódio. Eles, porem, nunca se identificam com seus verdadeiros nomes, vestem-se de forma sedutora, prometem vida longa, eterna juventude, bem-estar e prazer ilimitados, etc.
Bem diferente é a atitude de Deus, pois perdoa o seu povo, cura-lhe os males, resgata a sua vida do fosso, coroa-o de fidelidade e de ternura, nutre o seu vigor e rejuvenesce-o como a águia, que pode chegar a viver 50 anos (Sl 140). Mas de que forma Deus realiza isso?
Segundo o profeta Oséias, na primeira leitura, levando-o para o deserto. Para o deserto? Ao que parece, o amor de Deus começaria sem promessa de bem-estar e de vida mansa. O amor divino visa a castigar as pessoas?
Não! Deus não leva o seu povo ao deserto para fazê-lo habitar aí; leva-o para afastá-lo de todas as vozes, ilusões e promessas dos pregoeiros da morte e do ódio; no silencio do deserto, Deus poderá falar-lhe não só ao ouvido, mas ao coração, ao mais profundo do ser. Então Deus fará nova aliança, unindo seu povo a si para sempre, por meio da justiça, do direito, do amor e da fidelidade; o povo conhecerá profundamente seu Senhor e poderá agir segundo sua vontade.
Esse pacto será gravado no coração e na ida da comunidade, essa será a carta de Deus, a carta de Cristo, escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tabuas de pedra, quebradas por Moises, mas em tabuas de carne, no mai intimo dos ser (segunda leitura). Todo mundo poderá ler na vida das pessoas a marca da aliança com Deus.
Essa carta, porem, pode correr o risco de se transforma em letra morta se a comunidade não voltar constantemente ao deserto, às fontes revigorantes do contato com Deus. Devemos sempre despir-nos do homem velho, dos trapos de nossos comportamentos e mentalidade, para revestir-nos do novo que Deus quer realizar em nós. Nossos corações de pedra ou de madeira poder precisam ser substituídos por odres novos para acolher o vinho novo do Evangelho.
O jejum é um modo de ir ao deserto, de relativizar até mesmo aquilo que nos é vital – o alimento, a bebida – para reacender em nós a lembrança e a convicção daquilo que é essencial, o amor de Deus e dos irmãos. É preciso ter cuidado, porém, para não transforma a ida ao deserto, o jejum e as praticas religiosas em atos mecânicos e vazios, desencarnados da vida.
Percebemos os frutos do verdadeiro jejum, do deserto e da busca sincera de Deus através da pratica da fidelidade, da justiça e do amor, pois estas são coisas que Deus ensina àqueles que verdadeiramente o buscam e o encontram.
(Paulo Ferreira Valério – padre capuchinho)
sábado, 26 de junho de 2010
Ressurreição
Não é o dogma da Ressurreição da carne contrário à razão? Como é possível que cada um ressuscite com o mesmo corpo que agora tem?
sábado, 14 de março de 2009
Livros Sagrados

- Os livros da Bíblia chamam-se "sagrados", "santos", "divinos", etc., porque foram escritos por inspiração divina; portanto, tem a Deus por autor, e assim o que contém é "palavra de Deus" (2 Pedr. 1, 20).
- A inspiração bíblica é coisa bem distinta da chamada inspiração artística. Esta é uma qualidade natural que algumas pessoas possuem, como poetas, pintores, etc., para expressar a beleza em suas diversas formas. Pelo contrário, a inspiração bíblica é um dom ou carisma sobrenatural, mediante o qual Deus comunica seu pensamento aos homens e estes o transmitem como verdade infalível.
- Também são coisas distintas, ainda que algumas vezes se apresentam juntas, a revelação e a inspiração. Por meio daquela, Deus manifesta verdades ocultas, que às vezes superam o alcance da mente humana, por exemplo, o mistério da Santíssima Trindade. Pela inspiração frequentemente se sugerem ao escritor sagrado assuntos que ele já conhece, por exemplo, quando Deus inspirou aos Evangelistas a descrição de fatos históricos de que eles mesmos tinham sido testemunhos (Jo. 21,24).
- A inspiração bíblica consiste num influxo sobrenatural, por meio do qual Deus faz com que os homens, por Ele escolhidos, escrevam tudo o que Ele lhes revela ou sugere, livrando-os de todo erro. De maneira que pela inspiração, Deus move efizcamente a vontade do escritor, ilustra seu entendimento sugerindo-lhe o que deve escrever, e o assiste enquanto escreve para que expressa apta e fielmente seu pensamento.
- Esta doutrina acerca da inspiração a ensinou o Papa Leão XIII com as seguintes palavras: "Deus de tal maneira excitou e moveu aos escritores sagrados para que escrevessem, e de tal modo os assistiu enquanto escreviam, que eles conceberam retamente tudo e só aquilo que Ele queria, e o quiseram fielmente escrever e o exprimiram aptamente com verdade infalível: do contrário, não seria Deus o Autor de toda a Sagrada Escritura" . (Encíclica "Providentissimus").
- Do que fica dito se deduz que o livro inspirado é todo obra de Deus, como causa principal e autor responsável; e é todo obra do escritor humano, como causa instrumental - instrumento vivo e racional nas mãos de Deus. Por este duplo carácter e, ao mesmo tempo, as propriedades de sua origem divina.

