"Faça poucas coisas, mas as faça bem!" (São Francisco de Assis)
terça-feira, 28 de julho de 2020
SÃO JOAQUIM e SANTA ANA - 26 de julho - Dia doa avós
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Epifania do Senhor ou Santos Reis Magos

sexta-feira, 29 de junho de 2012
Festa Junina
No período colonial, os portugueses trouxeram para o Brasil o costume de celebrar o santo do mês de junho e aqui, foi incorporado os costumes das populações indígenas e afro-brasileiras. Comidas típicas como mandioca, doces e pratos feitos à base de milho passaram a fazer parte das comemorações.
No século XVII, os padres jesuítas celebraram as primeiras festas em homenagem a São João em solo brasileiro.
Em algumas regiões, principalmente no estado do Nordeste, as festas movimentam o turismo da região.
Curiosidades à parte, eu gosto mesmo é de ver o "arraiá" enfeitado, ver as danças típicas e claro, comer as delícias dessa época.
Esse ano, a minha turma do 3º ano dançou Boi Bumbá e aproveitamos para homenagear os 100 anos de Luiz Gonzaga. Eles ficaram empolgadíssimos. Que bom... não é mesmo?!
Assim que eu conseguir as fotos vou publicar, mas vai aí as fotos do boi.
Ideia minha? Não! Acompanhei as dicas no You Tube, segue o endereço:
http://www.youtube.com/watch?v=4q7igp7kF-c.
Até que ficou bom!

Fica agora, aquele gostinho de quero mais, mas só ano que vem. :)
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Dia de Finados

Acredito que eu tenha recebido esta mensagem entre o ano de 1997 e 1999, não recordo o ano certinho. Recebi de uma colega de trabalho que foi a um enterro em que a mãe da criança falecida leu, ali diante do túmulo de seu filho. Eu não estava no enterro, mas quando ela me contou, eu pensei – “Nossa! Que mulher forte!”. Mexeu tanto comigo naquela época, que me fez pensar na questão da perda, por isso resolvi guardar. É uma mensagem realmente muito bonita e forte, então, quero dividir com você nesta época que nós, católicos, celebramos o Dia de Finados.
Uma mulher forte
O esposo era um sábio Rabino, que tinha no aconchego do lar muito amor e carinho, regados com um grande temor a Deus. Este sábio Rabino trabalhava todos os dias para sustentar sua família e fazia questão de que todos vivessem em perfeita harmonia. A maior alegria deste Rabino era poder retornar para casa todos os dias e encontrar a sua família.
Seu filho todas as tardes, se colocava sentado na varanda de sua casa e esperava que seu pai vira-se a esquina, para correndo abraçá-lo e dizer-lhe o quanto o amava e sentia sua falta.
Aquele pai muito se orgulhava de toda sua família, mais os melhores momentos eram aqueles que depois de um longo dia de serviço, podia ser completamente esquecido ao virar a esquina de sua casa e se deparar com a figura de seu filho sentado na varanda a lhe esperar.
Um belo dia..., o filho daquele Rabino foi atropelado bem em frente a sua casa quase na hora do pai chegar. Entregaram seu corpo sem vida àquela mãe em desespero, trocou-lhe as roupas, colocou-lhe na cama e foi para a varanda esperar seu amado esposo.
O sábio Rabino, no seu horário habitual se preparou para ir para casa, com todo o seu amor e saudade para encontrar com a sua família. Ao se aproximar da esquina de sua casa, sentiu um calafrio no corpo e viu que ao invés de seu filho a esperar, lá estava sua amada esposa sentada na varanda.
Aquela amada esposa ao ver que seu marido se aproximava calmamente se encaminhou em sua direção.
_Onde está nosso filho mulher? - indagou o Rabino, após cumprimentá-la.
_Foi ali e já volta. respondeu a esposa.
Continuaram a caminhada até em casa, lá chegando o Rabino já nervoso voltou a indagar a mulher.
_Onde está nosso filho?
A mulher após refletir um pouco, falou:
_Antes de dizer-lhe, farei um pergunta: Se um amigo muito íntimo lhe pedisse para guardar uma joia preciosa por certo período, o que você faria amado esposo?
_Há mulher! Tu me conheces tão bem que sabes que eu prontamente devolveria tal joia preciosa.
Naquele momento então a esposa muito amavelmente se virou para ele e disse:
_Então marido, venha aqui em nosso quarto.
E lá chegando, a esposa retirou o lençol de cima de seu filho e disse:
_Aqui está a nossa joia preciosa.
O sábio Rabino entendeu então a grande responsabilidade que sua esposa tinha nas mãos e caindo de joelhos disse:
_Pai, muito lhe agradeço pela joia preciosa que me deste emprestada, devolvendo-lhe, pois assim seja feita a sua vontade.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Santo Antônio de Pádua
13 de Junho Santo Antônio de Pádua é tão conhecido por seu nome de ordenação que chamá-lo pelo nome que recebeu no batismo parece estranho: Fernando de Bulhões e Taveira de Azevedo. Além disso, ele era português: nasceu em 15 de agosto de 1195, em Lisboa. De família muito rica e da nobreza, ingressou muito jovem na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Fez seus estudos filosóficos e teológicos em Coimbra e foi lá também que se ordenou sacerdote. Nesse tempo, ainda estava vivo Francisco de Assis, e os primeiros frades dirigidos por ele chegavam a Portugal, instalando ali um mosteiro.
O grande Santo Antônio de Pádua - ou de Lisboa, sua cidade Natal, utilizou todos os recursos de que dispunha para ganhar o apreço dos sectários, e teve a felicidade de converter grande número deles com seu exemplo, seus sermões e seus milagres.
Os milagres.
Pregação aos peixes para confundir os indiferentes.
Um dos milagres mais conhecidos de Santo Antonio foi sua pregação aos peixes. Na cidade italiana em Rimini ao norte da Itália, os hereges impediam o povo de ir aos seus sermões. Algumas pessoas correram na frente de Antônio e preveniram o povo daquela cidade afirmando que o frei era mentiroso e falso.
Durante seu sermão, o povo se mantinha indiferente. Então, apelou para o milagre abandonando seus ouvintes, foi pregar à beira-mar. Milhares de peixes de vários tipos e tamanhos puseram a cabeça fora da água para ouvir o santo. Antônio elogiou a participação dos peixes na história da salvação. Assim daria uma lição ao povo do vilarejo, e alguns que viram o acontecimento, tinham sido testemunha, para o restante da população. Este milagre invadiu a cidade com entusiasmo e os hereges ficaram envergonhados.
Santo Antonio foi cognominado “Martelo dos Hereges”, porque a heresia não teve inimigo mais formidável. Sua mais antiga biografia, conhecida pelo nome de Assídua, relata: “Dia e noite tinha discussões com os hereges; expunha-lhes com grande clareza o dogma católico; refutava vitoriosamente os preceitos deles, revelando em tudo ciência admirável e força suave de persuasão que penetrava a alma dos seus contrários”.
Um dia Santo Antônio teve uma longa discussão sobre o Santíssimo Sacramento com um astuto, influente e obstinado albigense (Albigenses, é uma seita religiosa que se propagou no Sul da França desde o século XI). Apertado este pela argumentação sólida e clara, pareceu comover-se e, como a ponto de render tributo à verdade, assim falou:
– Deixemos de discursos e vamos aos fatos; se podes provar por um milagre visível, que o Corpo de Jesus Cristo está realmente na Eucaristia, eu te juro afastar-me, no mesmo momento, das minhas idéias e me submeter à tua fé.
O momento era crítico e solene para Santo Antônio, o qual, inspirado pelo Senhor, não vacilou e respondeu com inteira confiança que daria a prova que lhe era exigida. Então, o albigense acrescentou:
– Eu possuo uma mula e a deixarei presa e sem alimento durante três dias; depois disso a conduzirei a um local público e lhe darei de comer; tu chegarás com a tua Hóstia consagrada, e se a mula, apesar de sua fome devoradora, deixar o feno e se inclinar diante desse Deus ao qual, segundo tu dizes, todas as criaturas adoram, não farei nenhuma resistência e me submeterei humildemente à Igreja Católica.
Acedeu Santo Antônio a essa proposição e se retirou para orar, pedindo ao Senhor Se servisse manifestar seu poder para salvar tantos infelizes que gemiam sob o peso dascadeias do demônio.
Compareceu o herege, acompanhado por grande número de sectários, no local e na hora que haviam combinado, conduzindo sua mula e o alimento que ela mais apreciava. Santo Antônio acabava de celebrar o santo sacrifício da Missa numa capela vizinha, e em seguida saiu rodeado de uma multidão de fiéis. Levava nas mãos o ostensório no qual se via a sagrada Hóstia. Adiantou-se majestosamente, recitando hinos e outras orações até chegar à praça pública.
Aproximou-se então da mula e lhe disse em voz alta:
– Eu nome de teu Criador, que eu, embora indigno, tenho em minhas mãos, e em virtude de sua Onipotência, ordeno-te que adores a este Deus feito Homem, a fim de que a maldade herética seja confundida e todos se vejam obrigados a reconhecer a divindade d’Aquele que, à voz do sacerdote, Se sacrifica a cada dia no altar.
Naquele mesmo momento ofereceram de comer à mula, mas – oh prodígio! – o animal não fez caso do feno que lhe apresentaram e, obedecendo à voz de Santo Antônio, prostrou-se, inclinando a cabeça até tocar a terra, e assim se manteve imóvel, naquela atitude respeitosa, diante da sacrossanta Eucaristia.
Ao ver essa maravilha, os católicos deram brados de júbilo, e os hereges ficaram confundidos. O herege que tinha solicitado o milagre se lançou aos pés de Santo Antônio, adorando em alta voz o Santíssimo Sacramento e declarando-se católico.
O novo convertido fez retornar à verdadeira Fé toda a sua família e construiu uma magnífica igreja em honra de São Pedro; nela seus descendentes edificaram uma preciosa capela, sobre cuja fachada fizeram gravar uma inscrição destinada a perpetuar a recordação de tão grande milagre.
Santo Antônio de Lisboa, Confessor e Doutor da Igreja, é um dos santos mais populares em todo o mundo. Depois de ser algum tempo agostiniano ingressou na Ordem franciscana, da qual foi um dos maiores expoentes. Pregou na Itália e no sul da França, conseguindo muitos milhares de conversões. Sabia de cor quase todas as Escrituras e tinha um dom especial para explicar e aplicar as mais difíceis passagens. Faleceu em 1231, com apenas 36 anos de idade. Sua língua, que tanto pregara a palavra divina, foi preservada da corrupção e até hoje é venerada num relicário, em Pádua. Foi cognominado o Doutor Evangélico.
Língua de Santo Antônio
sábado, 8 de janeiro de 2011
São Sebastião
São Sebastião (França, 256 d.C. - 286 d.C.) originário de Narbonne e cidadão de Milão, foi um mártir cristão morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Dioclesiano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima). de acordo com textos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de animar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado em 30 de junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas romanas.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
O FERIADO DE 12 DE OUTUBRO
domingo, 14 de março de 2010
Festa de Cristo Rei
Ressalta a restauração e a reparação universal realizada em Cristo Jesus, Senhor da vida e da história. Nesta festa, celebra-se também nossa participação no Reino de Deus, sob a condição de aderirmos à verdade trazida por Jesus, pela qual somos caminheiros que se dirigem à Casa do Pai, para participarmos da mesa do Reino e de assumirmos o compromisso do Evangelho.
A celebração, fechando o Ano Litúrgico, traz para nós cristãos a reflexão em torno da vida de Jesus que significa para nós a salvação, onde impera no mundo o pecado.
Pilatos pergunta a Jesus se ele é rei, e Ele responde que seu reino não é deste mundo de injustiça, ódio, morte e dor. Ele é rei do reino de seu Pai que, como pastor, guia a sua Igreja neste mundo para o reino celeste. Por isso, fazer parte desse Reino é fazer comunhão com Ele, transformar o mundo em que vivemos.
(Jornal da Comunidade São Francisco de Assis - Laranjeiras - ES)




