"Ó Deus, criaste-nos para Ti e o nosso coração vive inquieto enquanto não repousa em Ti!" (Santo Agostinho)

"Faça poucas coisas, mas as faça bem!" (São Francisco de Assis)

sábado, 28 de março de 2009

Mestre


(Essa coruja fez o seu ninho, com dois filhotes, no chão do pátio da Igreja São Francisco de Assis/ 2010.)

Seu Joaquim era um professor idoso conhecido por sua sabedoria e grande humildade. Um dia, um jovem professor quis fazer um debate com ele.
O jovem professor pretendia mostrar que os métodos do velho mestre não serviam para ensinar as novas gerações. No dia do debate, ele se encaminhou para a casa do seu Joaquim. Lá estava também os alunos. O jovem, ao invés de propor um assunto, disse que ele era antigo e suas lições de nada serviam. Seu Joaquim ouviu calado. O jovem, com ar vitorioso, se despediu de todos e foi embora. Os alunos perguntaram ao professor a razão dele não ter respondido e se aquilo não era covardia.
Seu Joaquim respondeu: "Se alguém lhe dá um presente e você não aceita, quem é que fica com o presente?" Os alunos responderam:" Aquele que deu o presente." Seu Joaquim completou: "O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos".


História



Uma história


Um rei dos tempos antigos quis escolher uma moça para ser sua esposa e propôs às candidatas que levassem para casa algumas sementes de um tipo raro de flor e cultivassem as sementes.
Uma dessas moças, Helena, era apaixonada pelo rei, e usou todos os métodos que conhecia para cultivar as sementes e nada brotou em seu vaso. Ela ficou desanimada. No dia marcado para a apresentação das flores, ela levou seu vaso sem nada. Ficou escondida no meio de belíssimas flores que foram levadas ao rei. Na hora em que o rei olhou para as flores, escolheu propor o casamento justamente a Helena. As outras moças se assustaram com a escolha. Os familiares que assistiram ao gesto do rei e a pobre Helena ficaram sem entender coisa alguma. Helena, então, se aproximou e perguntou ao rei o que ela teria feito para merecer a atenção dele.
O rei respondeu que havia dado sementes falsas que jamais seriam capazes de brotar. Helena havia cultivado a mais bela das flores: a honestidade.

sábado, 14 de março de 2009

CONHEÇA E CULTIVE A ALEGRIA


A verdadeira alegria brota da satisfação íntima da alma que sabe amar e nasce no coração que está sempre pronto a servir.
A alegria é fruto do amor. Um amor intenso traz consigo uma alegria profunda. O amor sabe encontrar alegria até mesmo no sofrimento.
Um coração cheio de alegria é uma alma sempre cheia de sol.
A alegria é condição de sucesso na vida do amor. Quem ama tem o dever de possuir e de dar alegria. A alegria dilata a alma e o coração abrindo-os para acolherem a pessoa amada.
A força da alegria é indispensável para obter sucessos e vencer qualquer obstáculo.
Ame servindo e sirva com alegria.
O ânimo alegre faz a idade florida. O espírito triste seca os osso.
Um bocadinho de pão seco com alegria vale mais do que uma casa cheia de alimentos com pelejas.
A alegria é a saúde da lama, como a tristeza é o seu veneno. - Espinosa.
Conserva pura a consciência e sempre terás alegria. A boa consciência pode suportar muita coisa e permanece alegre até nas adversidades. A alegria do homem virtuoso é o testemunho da boa consciência.
O orgulho, raiz de todos os pecados, é a morte da alegria. A humildade, fundamento de todas as virtudes, é o alicerce da alegria.
A verdadeira alegria, só há em Deus e no seu serviço.
Acostume-se a ver as pessoas, as coisas e os fatos sempre pelo lado melhor, mais alegre e mais positivo. Isto aumentará em você a alegria de viver.
A crítica e a queixa trazem muitos aborrecimentos e são fonte de mau humor: evite-as para que o veneno do pessimismo não se infiltre no seu coração. A prática do bem é sempre fonte da verdadeira alegria.
Viva na graça de Deus e conserve com generosidade sempre crescente os Dons do Espírito Santo. Deles é que vem a alegria cristã.
Dizendo SIM ao Pai que está no céu e que governa a terra misteriosamente, guardaremos e aumentaremos sempre a alegria.
João XXIII, que tão santamente semeou a alegria, sentenciava:
ver tudo, dissimular muito, corrigir pouco, perdoar sempre.
Novembro / dezembro - 1975

Livros Sagrados


A Inspiração dos Livros Sagrados

  1. Os livros da Bíblia chamam-se "sagrados", "santos", "divinos", etc., porque foram escritos por inspiração divina; portanto, tem a Deus por autor, e assim o que contém é "palavra de Deus" (2 Pedr. 1, 20).
  2. A inspiração bíblica é coisa bem distinta da chamada inspiração artística. Esta é uma qualidade natural que algumas pessoas possuem, como poetas, pintores, etc., para expressar a beleza em suas diversas formas. Pelo contrário, a inspiração bíblica é um dom ou carisma sobrenatural, mediante o qual Deus comunica seu pensamento aos homens e estes o transmitem como verdade infalível.
  3. Também são coisas distintas, ainda que algumas vezes se apresentam juntas, a revelação e a inspiração. Por meio daquela, Deus manifesta verdades ocultas, que às vezes superam o alcance da mente humana, por exemplo, o mistério da Santíssima Trindade. Pela inspiração frequentemente se sugerem ao escritor sagrado assuntos que ele já conhece, por exemplo, quando Deus inspirou aos Evangelistas a descrição de fatos históricos de que eles mesmos tinham sido testemunhos (Jo. 21,24).
  4. A inspiração bíblica consiste num influxo sobrenatural, por meio do qual Deus faz com que os homens, por Ele escolhidos, escrevam tudo o que Ele lhes revela ou sugere, livrando-os de todo erro. De maneira que pela inspiração, Deus move efizcamente a vontade do escritor, ilustra seu entendimento sugerindo-lhe o que deve escrever, e o assiste enquanto escreve para que expressa apta e fielmente seu pensamento.
  5. Esta doutrina acerca da inspiração a ensinou o Papa Leão XIII com as seguintes palavras: "Deus de tal maneira excitou e moveu aos escritores sagrados para que escrevessem, e de tal modo os assistiu enquanto escreviam, que eles conceberam retamente tudo e só aquilo que Ele queria, e o quiseram fielmente escrever e o exprimiram aptamente com verdade infalível: do contrário, não seria Deus o Autor de toda a Sagrada Escritura" . (Encíclica "Providentissimus").
  6. Do que fica dito se deduz que o livro inspirado é todo obra de Deus, como causa principal e autor responsável; e é todo obra do escritor humano, como causa instrumental - instrumento vivo e racional nas mãos de Deus. Por este duplo carácter e, ao mesmo tempo, as propriedades de sua origem divina.

Campanha da Fraternidade / 2010


Bom é louvar-vos, Senhor, nosso Deus,
que nos abrigais à sombra de vossas asas,
defendeis e protegeis a todos nós, vossa família,
como uma mãe, que cuida e guarda seus filhos.
Nesse tempo em que nos chamais à conversão,
à esmola, ao jejum, à oração e à penitência,
pedimos perdão pela violência e pelo ódio
que geram medo e insegurança.
Senhor, que a vossa graça venha até nós
e transforme nosso coração.
Abençoai a vossa Igreja e o vosso povo,
para que a Campanha da Fraternidade
seja um forte instrumento de conversão.
Sejam criadas as condições necessárias
para que todos vivamos em segurança,
na paz e na justiça que desejais.
Amém.

domingo, 8 de março de 2009

Padre


Esse padre é de morte
Outubro de 1970


Havia em Viena, na Áustria, um sacerdote que vivia com os ouvidos sempre pregados ao seu potente receptor, sintonizando a frequência de onda da rádio-patrulha. Ele era capaz de parar qualquer carro com sua poderosa lanterna azul. Sabia abrir com suas gazuas (chaves falsas) qualquer porta de Viena. Antes da polícia, ele conseguia chegar rapidamente a qualquer local, onde havia um acidente. Ele se chamava MORTE, mas salvava a vida de muitos e ajudava a milhares de moribundos a alcançar a vida eterna...
Todo mundo o conhecia em Viena. Seu nome era Padre João DEAHT, em inglês, significa MORTE. E esse padre era mesmo de morte! ... Sabia tanto como a polícia e possuía instrumentos secretos para abrir qualquer porta. Mas a sua missão era uma só: salvar vidas e levar a salvação espiritual aos agonizantes.
Sempre ativo, com seus 40 anos de idade,o Pe. Death fundou, em 1962, um "Serviço de Emergência do Bom Deus" - uma espécie de Pronto Socorro espiritual para os acidentados e moribundos em desastres rodoviários ou em outras ocorrências policiais.
O 1º CONTATO COM A MORTE
Sua missão especial teve início no ano de 1961.
Certa noite, sentado junto ao seu velho rádio, ele tentava sintonizar uma estação para captar as últimas noticias do dia. Como por acaso entrou na frequência da rádio-patrulha e ele pode ouvir uma chamada de emergência da polícia para atender um acidente, onde duas pessoas estavam à morte. O Pe. Death foi buscar sua malinha e saiu a toda pressa para administrar os sacramentos aos moribundos. Mas na rua não passava nenhum táxi. Muitos carros se precipitavam velozes ao seu lado, indiferentes à sua angústia.
Quando chegou ao local do acidente, as duas pessoas já estavam mortas.
"_Onde é que o senhor estava, padre? - perguntou-lhe um policial. "Por acaso estava conversando com o bispo?... Desde que chegamos aqui, estamos chamando por um padre. Agora não adianta mais, o senhor pode voltar para sua casa."
Apesar de tudo e embora amargurado, o Pe. Death administrou a Unção aos acidentados, pois até umas duas horas após a morte ainda é possível conferir este sacramento.
Voltou logo para casa, e , ao entrar em seu aposento, percebeu que o rádio ainda estava ligado na mesma onda da rádio-patrulha. Pode então ouvir as outras estarrecedoras e contínuas chamadas da polícia: mais um acidente de carro, um suicídio, um rapto, tentativas de assassinato e por aí afora...
"Naquele momento - contou o Pe. Death - eu reconheci claramente a missão que Deus me confiava."
PADRE PARA OS ACIDENTADOS
O cardeal de Viena abençoou sua obra. Pe. Death não desligou mais o seu rádio, que permaneceu dia e noite captando a frequência de onda da patrulha policial. Comprou um enorme e complexo mapa da grande cidade, uma caixa de primeiros socorros, com um equipamento completo. Na caixa estava escrito em grandes letras: "PADRE PARA OS ACIDENTADOS". À noite ele utilizava uma potente lanterna azul de exército, onde também aparece a palavra "ACIDENTE". Ele conseguia parar qualquer carro, a qualquer hora do dia ou da noite. Os motoristas o atendiam com presteza e o levavam rapidamente ao local dos acidentes, mesmo que fosse em afastados subúrbios. Muitas vezes, o Pe. Death conseguia chegar ao local bem antes da polícia.
O chefe dos Correios da Áustria mandou instalar no equipamento do Pe. Death um telefone especial, de número 73-81-73. Uma fábrica de rádios o presenteou com um potente receptor. E até a polícia, extra-oficialmente e em confidência, lhe ensinou o novo código policial. Ele podia ouvir e entender as chamadas de emergência desde qualquer lugar.
ATÉ ARROMBADOR DE PORTAS
Pe. Death sabia vencer todas as barreiras para cumprir a sua missão.
De um anônimo marginal do subúrbio vienense, ele ganhou todo um conjunto de ferramentas usadas pelos arrombadores de portas.
"_Posso agora abrir qualquer porta em Viena" - afirmou o Pe. Death. "E minhas ferramentas já salvaram uma vida." Fazia apenas alguns meses antes, o receptor de Pe. Death captou uma chamada de urgência para uma tentativa de suicídio num dos bairros mais miseráveis de Viena. A DORA - famosa rádio-patrulha austríaca - precipitara-se como um foguete ao local do crime. Mas no excesso de velocidade, colidiu com um outro carro da polícia!...
O Pe. Death foi mais rápido. Chegou à casa e aplicou sua gazua à fechadura, entrou na casa inundada de fumaça e conseguiu retirar em tempo uma moça gravida, que tentou sufocar-se abrindo a torneira do gás. Quando um terceiro carro da DORA chegou ao local, a jovem já estava salva. Pe. Death ainda batizou o filhinho da jovem que conseguiu vencer a crise do desespero e acreditar na vida e na bondade de Deus.
Os caderninhos do Pe. Death registravam mais de 1.620 casos por ele atendidos.
É MESMO PADRE DE MORTE
esse Pe. "MORTE" era mesmo de morte!... E a polícia o admirava. O chefe de polícia de Viena afirmou: "É claro que não é legal captar a freqüencia de onda da patrulha policial. Nem andar por aí arrombando portas com gazuas de assaltantes. Mas o Pe. Death é exceção".
O grande desejo do Pe. Death era organizar um verdadeiro "Serviço de Emergência do bom Deus", com várias viaturas de diversos padres que se dedicassem exclusivamente à obra, andando lado a lado com carros da polícia.

BEM AVENTURADOS OS PUROS DE CORAÇÃO

A sexta bem-aventurança se refere aos corações puros, de alma limpa da nódoa da paixão e do vício, aos quais caberá a dita inefável de contemplar a Deus, face a face, na visão beatífica.
A Sagrada Escritura enaltece com os mais sublimes conceitos a virtude angélica, indispensável para a conquista do céu: nada manchado entrará no reino dos céus.
Como é bela uma geração casta! Este grito entusiasta que a Igreja repete no ofício das Virgens, deve ser para todos contínua meditação.
"Como é bela uma geração casta e gloriosa, porque a sua memória é imortal e ela é conhecida de Deus e dos homens. Quando está presente, a imitamos, e lamentamos a sua falta quando se retira; para todo o sempre, triunfa, depois de ter conquistado a palma da vitória, sem se contaminar nas lutas."
Bem-aventurados são aqueles cujo coração não está apegado as coisas da terra; já neste mundo conhecerão a Deus de uma maneira mais nítida, mais perfeita e depois da morte vê-lo-ão face a face. (I.Cor.XIII,12)
Orgulhoso, avarento, intemperante, apegado às vaidades e prazeres terrenos, não tem um coração puro, porque contêm coisas fúteis, a honra, o dinheiro, o amor das iguarias; só tem o coração puro aqueles que estão inocentes de todo o pecado (São João Crisóstomo). Foi porque tinha o coração puro que São João Evangelista penetrou tão profundamente no espírito da religião (nas profundidades de Deus), e os santos todos tiveram, pelo mesmo motivo, o mesmo privilégio, apesar de ignorantes que eram segundo o mundo - o homem animal não entende o que é do Espírito de Deus (I Cor. II, 14); a sabedoria não entrará numa alma malévola, não habitará num corpo dominado pelo pecado (Sab. I, 4). A verdade não se mostra às almas impuras, mas revela-se a uma alma verdadeiramente pura (São Bernardo); é impossível que um coração impuro possua o dom da ciência divina (Cassiano). O papel para receber a escrita deve ser limpo: assim Deus não pode produzir impressões por meio do Espírito Santo senão numa alma pura de todo o desejo carnal.
O sol se reflete numa água límpida e tranquila, e não numa água lodosa. Assim o homem se é de bons costumes, facilmente chegará à fé, mas o homem sensual não entenderá as coisas do Espírito de Deus. Um espelho embaciado não refletirá ou refletirá mal. A alma é um espelho que deve ser sensível à luz divina e que é incapaz de refletir as verdades da fé, quando empanada pelo vício.
Peçamos a Virgem Imaculada, obra-prima de Deus, que nos torne puros, para o céu contemplarmos sua beleza arrebatadora, pelo esplendor de sua virgindade singular: Mãe e Virgem. Pela vossa Imaculada Conceição, ó Maria, conservai puros os nossos corações e santas as nossas almas.

Amar

Seja feliz, amando

Amar não é tão fácil quanto parece. Para se conservar um amor é preciso muito esforço, trabalho e sobretudo compreensão. Para se entender um ser humano é necessário, antes de tudo, conhecer-se a si mesmo. Precisamos saber até que ponto somos capazes de aceitar nossos defeitos e - sem inventar falsas modéstias - reconhecer as próprias qualidades.
Só recebe o amor integralmente aquele que o dá sem reservas. Além de um contínuo despojamento de si mesmo, aquele que ama tem que ultrapassar obstáculos e vencer o próprio egoísmo, que nos lança à solidão. Somente depois de dar é que se pode receber amor. É difícil saber amar, pois cada um de nós procura ver no ser amado aquilo que sonha. A mulher procura sempre no homem o "príncipe encantado" com que sonhou a vida toda, não estou falando daquele príncipe dos contos de fada, montado em um cavalo branco, estou falando do homem de hoje, do homem do nosso tempo. E este, sempre procura a mulher "ideal", linda, compreensiva. E quando a pessoa amada não é assim, do jeito que queremos, do jeito que achamos que deve ser, vem a desilusão, o sofrimento e por fim a separação. Começam as reclamações: "Se meu marido fosse mais paciente...", "Se meu namorado sonhasse menos e tivesse os pés no chão...", "Gostaria que ela me desse mais liberdade para...", "A vida seria melhor se ele/ela não fosse exigente".
Essas coisas acontecem porque temos medo de encarar a realidade. Poucas são as pessoas dispostas a amar aquele que está à sua frente, com as qualidades e defeitos que tem. Isso também reflecte a falta de respeito pelos seres humanos, pela personalidade e comportamento dos que nos cercam.
E como vencer os empecilhos do amor? É preciso que cada um tome consciência da personalidade do outro, que entenda o amado não como um complemento de si mesmo, mas como um indivíduo, com suas características, seus desejos, tipo de vida, aspirações futuras e opinião sobre a vida. Mesmo que estas características sejam diferentes, duas pessoas que se amam, podem se entender bem.
Naturalmente, compreender uma pessoa não é desistir de receber o melhor dos outros. Só quando cada um puser livremente o que realmente é, será possível caminharem os dois juntos no sentido de construírem uma vida em comum. A união de dois corações será tanto mais perfeita, quanto mais cada um souber colocar o outro na sua frente.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Bom Pastor

Olha que foi meu Bom Jesus
Que me ajudou a estudar
Aos coleguinhas respeitar
E aos meus pais sempre amar.

Anjo da Guarda


Oração (Música: Teresinha de Jesus)
Nosso anjo é nosso amigo
Pelo bosque nos conduz
Nos defende dos perigos
E nos leva ao Bom Jesus.